Milhões de brasileiros tiraram a venda dos olhos para o Marketing de Rede

Como o setor venceu os preconceitos e se tornou a melhor oportunidade de recolocação profissional no País

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2017 começa com boas perspectivas para o Marketing de Rede no Brasil, considerando o contexto econômico do País e a oferta de várias oportunidades bem estruturadas.

A história mundial nos mostra que as Vendas Diretas sempre cresceram em épocas de crise econômica, pela atração daqueles que perderam espaço no mercado de trabalho formal, desempregados, subempregados ou inseguros, que sentiram-se de alguma forma ameaçados e buscaram complementação de renda. O Marketing de Rede ainda potencializou esse efeito, na medida em que também permite ganhos progressivos, em um plano de negócios ilimitado, para profissionais mais qualificados.

O atual momento do mercado brasileiro é daqueles que serão lembrados no futuro, como um divisor de águas em nossa indústria, pois, além da configuração deste cenário que estimula “revisões de planos de carreira”, o Marketing de Rede já deixou de ser promessa e virou realidade em nosso País.

Da ignorância à aprovação
Para os menos informados, o tema ainda é tratado com reservas, porém a população esclarecida já entendeu que o Marketing de Rede é uma estratégia comercial válida, que impulsiona as Vendas Diretas e o e-commerce, como um canal de distribuição alternativo ao varejo.

Depois da crise institucional vivida pelo setor em 2013, os governos, a mídia e a opinião pública passaram a distinguir melhor as oportunidades legítimas, baseadas na comercialização de bens e serviços de real valor, daquelas que apenas se utilizam do comissionamento em múltiplos níveis para fraudar o mercado. Com isso, as boas empresas finalmente puderam crescer, longe da sombra de desconfiança e preconceito, que limitava seu alcance.

Como acontece em todo setor da economia, as boas empresas e os bons profissionais – que atuam dentro dos limites legais, morais e éticos, que regulamentam a atividade – dividem espaço com os oportunistas, mas isso não impediu que o Marketing de Rede respeitável evoluísse nos últimos anos, movimentando mais de R$ 6 bilhões no Brasil*, em 2016.

Mais relevantes que esse faturamento, são as histórias de sucesso que se multiplicam pelo País, inspirando cada vez mais pessoas a iniciarem seus negócios de Marketing de Rede.

Empreendedorismo acessível
Um dos fatores que mais atrai profissionais para o Marketing de Rede é o baixo valor de investimento inicial, se comparado a qualquer outro negócio. O capital de giro e as despesas necessárias para manutenção e expansão também são convidativos, podendo ser facilmente absorvidos pelo próprio resultado gerado, nos primeiros seis meses de operação.

Sim, é comum ouvir falar de pessoas que “perderam muito dinheiro” com Marketing de Rede, mas basta uma investigação superficial para perceber que isso não procede. Ou a fonte da denúncia é desconhecida, ou as perdas decorrem de escolhas pessoais erradas, referentes a investimentos desnecessários.

Este é um efeito colateral da acessibilidade, pois o Marketing de Rede acaba atraindo pessoas despreparadas, que acreditam e repassam boatos sobre ganhos sem esforço, não controlam as emoções e desperdiçam recursos.

A situação mais comum é das pessoas que compram um kit de produtos por impulso e depois não se dedicam à atividade. Outras, investem em compras incompatíveis com suas necessidades, para alcançarem reconhecimentos artificiais de liderança. Ou ainda, elevam o padrão de vida antes da hora, para representarem o sucesso almejado, acreditando que isso é uma boa “estratégia de marketing”. Na prática, todas essas situações refletem o mesmo padrão de comportamento de consumo e endividamento inconsequente, motivado pela necessidade de se autoafirmar e buscar a ascensão social, a qualquer preço.

Tanto no Marketing de Rede, quanto em qualquer outra atividade empreendedora, o resultado depende do valor gerado a partir da sua competência em gerir o negócio, atendendo as necessidades de um mercado cada vez mais concorrido e dinâmico. Por isso, a capacitação é indispensável.

A única e extraordinária diferença do Marketing de Rede para os outros negócios é ser acessível a qualquer pessoa.

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Sergio Buaiz
Treinador de Liderança em Marketing de Rede, é Presidente da Chance Network e Editor do Portal Vendas Diretas. Publicitário formado pela UFRJ, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP, atuou como Líder, Consultor e Executivo em mais de 50 empresas, nas últimas duas décadas. Tem cinco livros publicados.

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