A diferença entre profissionais e amadores

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A criatividade é uma virtude no mundo dos negócios, mas tem hora e lugar para acontecer. Existem muitas situações em que ser criativo pode significar perda de tempo, foco e produtividade, comprometendo seus resultados.

Para desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária, o primeiro passo é reconhecer que você não sabe nada sobre o assunto e que precisará do apoio de especialistas.

Você terá acesso a produtos, plano de marketing, materiais de apoio e eventos desenvolvidos por pessoas capazes e com experiência reconhecida no meio. Eles formataram um padrão duplicável de sucesso, que tem sido lapidado ao longo dos anos, no intuito de simplificar, facilitando e automatizando boa parte do seu trabalho. O que é mais inteligente nesse momento, segui-lo ou reinventá-lo?

A verdade é que você não tem experiência suficiente neste negócio para sugerir inovações. Por mais brilhante que seja, ainda não é capaz de avaliar o impacto dessas “melhorias” ao longo de todo o processo, que envolve milhares de pessoas, nas mais diversas situações. Negar isso é um grave sinal de amadorismo.

Seja responsável
O bom profissional observa, pesquisa e procura dominar o assunto antes de ser criativo, porque sabe que seria irresponsabilidade sua promover mudanças, sem avaliar todas as consequências. Além disso, precisa conquistar a confiança da equipe antes de querer influenciá-la. É assim que funciona dentro das empresas, nas instituições governamentais ou em qualquer outro lugar. E não seria diferente aqui.

Você está prestes a iniciar um negócio que já funciona muito bem, para milhares de pessoas. Este negócio é baseado no princípio da simplicidade porque deve ser rapidamente assimilado e executado por qualquer Distribuidor, independente da origem, classe social, nível cultural, idade, sexo, situação financeira etc. Por isso, existe um padrão que gera resultados rápidos e consistentes.

Esse padrão é perfeito? Não. Funciona para todos os casos? Também não! Mas funciona muito bem na maioria deles, e isso é suficiente para começar a desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária.

Inovar sem ter experiência constitui um risco desnecessário e denota amadorismo.

Para reforçar essa ideia, imagine um cirurgião recém-formado, que estudou quase uma década para chegar onde está. Será que ele é “criativo” com os primeiros pacientes? Quantas cirurgias bem-sucedidas ele deve fazer até conquistar o direito de sugerir qualquer inovação?

Agora pense nos engenheiros, arquitetos, advogados, biólogos ou físicos, quantos anos de experiência são necessários para conquistarem o direito de ousar? Quantos cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado eles precisam fazer para serem “levados a sério” pelas instituições que regulamentam cada profissão? Isso é responsabilidade e profissionalismo.

Neste negócio, acontece da mesma forma. Quando você estiver Qualificado, poderá sugerir melhorias. Quando for um Top, caberá a você decidir o rumo da organização. Portanto, conquiste o direito de inovar, sendo profissional desde já.

Confie nos líderes
Até se tornar um Qualificado, qualquer criatividade é contraproducente e vista como sinal de amadorismo pelos líderes. É claro que você tem o direito de fazer o que quiser com a sua distribuição, mas eles também têm o direito de pensar que você não merece crédito nem apoio.

Se eu fosse você, não apostaria em uma estratégia de isolamento porque ninguém vai muito longe sozinho. Lembre-se que este é um negócio de pessoas e parcerias, onde o trabalho em equipe é fundamental. Você precisará de alianças para crescer.

O melhor caminho é manter a humildade e reconhecer que os líderes têm mais conhecimento que você sobre este negócio.

Se os produtos, as estratégias comerciais e os eventos são assim, pode ter certeza que eles também questionaram e chegaram à conclusão de que isso funciona. Eles enfrentaram mais adversidades, acumularam mais experiência e enxergam mais longe que você.

Ao invés de perder tempo tentando reinventar a roda, concentre a sua energia em fazer bem feito o que eles dizem que funciona.

Além de testar os recursos na prática e acumular experiências valiosas, você chegará muito rápido às primeiras qualificações. Então, terá a oportunidade de participar de treinamentos e reuniões de liderança, que explicam cada detalhe do funcionamento do negócio.

Se, mesmo assim, você ainda acreditar que o padrão pode ser melhorado, já terá conquistado a confiança deles e talvez suas ideias sejam bem recebidas. Como foi dito antes, a criatividade é uma virtude no mundo dos negócios, mas tem hora e lugar para acontecer.

A tendência, porém, é que você compreenda os motivos que levaram os líderes a formatarem esse padrão do jeito que está. Ele é bastante simples de propósito, para não confundir nem desviar o foco.

Em última instância, o padrão existe para que os novatos não precisem se preocupar com nada. Ele trabalha para os Distribuidores, duplicando o que há de mais precioso: tempo. Ao invés de procurar atalhos, basta seguir pela via expressa.

Atalhos são arriscados. Mesmo que funcionem para uma pessoa, não são facilmente duplicados, geram dependência e limitam o crescimento do grupo.

Quando você nega o padrão, abre um perigoso precedente para que os outros inventem suas próprias estratégias. Como a maioria das pessoas não tem o mesmo discernimento, erros são cometidos e isso coloca o trabalho da equipe a perder.

Por isso, para desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária, liderando um grupo com milhares de pessoas, não invente. Sempre que pensar em algo novo, reflita primeiro se todos poderão reproduzir o mesmo efeito. Consulte os líderes da sua equipe (linha ascendente) e só faça o que for aprovado.

Seja esperto: siga o padrão à risca e deixe que o sistema trabalhe por você. Isto é o que vai garantir que o negócio continuará crescendo sem a sua participação direta, Multiplicando Bem-Estar.

FONTEMultiplicando Bem-Estar
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Sergio Buaiz
Treinador de Liderança em Marketing de Rede, é Presidente da Chance Network e Editor do Portal Vendas Diretas. Publicitário formado pela UFRJ, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP, atuou como Líder, Consultor e Executivo em mais de 50 empresas, nas últimas duas décadas. Tem cinco livros publicados.

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